12 de nov. de 2012

1º Seminário de Prevenção as Deficiências do litoral Norte de SC

            O1º Seminário de Prevenção as Deficiências do litoral Norte de SC, aconteceu no município de Balneário Camboriú no dia 09 de novembro de 2012.
             Entidades de todo o estado participaram, bem como professores, médicos, orientadores, fonoaudiólogos, entre outros profissionais.
              Houveram debates e palestras, com médicos especilistas, educadores e biólogos, tais como: Dr. Rui Fernando Pilotto ea Dra Gisele Rozone de Luca.
              Foram tratados assuntos referentes as deficiências, maneiras de prevenção e desenvolvimento. Foi dado ênfase num dado recente publicado em uma revista científica em que se afirmou que 70% das deficiências poderiam ser evitadas.
                 Parabéns aos organizadores da APAE de Balneário Camboriú e convidados pelo empenho e organização.
                         E até o 2º  Seminário de Prevenção as Deficiências do litoral Norte de SC em 2013!!!





























































































                 

12 de novembro - DIA DO PSICOPEDAGOGO

Autora: Rosanita Moschini - www.olharpsicopedagogia.blogspot.com.br 
Uma pequena homenagem do blog 
www.espacoaprendente.blogspot.com


O que é deficiência intelectual?

O que é deficiência intelectual?

Ricardo Ampudia 

Pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva costumam apresentar dificuldades para resolver problemas, compreender ideias abstratas (como as metáforas, a noção de tempo e os valores monetários), estabelecer relações sociais, compreender e obedecer a regras, e realizar atividades cotidianas - como, por exemplo, as ações de autocuidado.
A capacidade de argumentação desses alunos também pode ser afetada e precisa ser devidamente estimulada para facilitar o processo de inclusão e fazer com que a pessoa adquira independência em suas relações com o mundo.
As causas são variadas e complexas, sendo a genética a mais comum, assim como as complicações perinatais, a má-formação fetal ou problemas durante a gravidez. A desnutrição severa e o envenenamento por metais pesados durante a infância também podem acarretar problemas graves para o desenvolvimento intelectual.
O Instituto Inclusão Brasil estima que 87% das crianças brasileiras com algum tipo de deficiência intelectual têm mais dificuldades na aprendizagem escolar e na aquisição de novas competências, se comparadas a crianças sem deficiência. Mesmo assim, é possível que a grande maioria alcance certa independência ao longo do seu desenvolvimento. Apenas os 13% restantes, com comprometimentos mais severos, vão depender de atendimento especial por toda a vida.

Como lidar com alunos com deficiência intelectual na escola?
Segundo a psicopedagoga especialista em Inclusão, Daniela Alonso, as limitações impostas pela deficiência dependem muito do desenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados, variando bastante de uma criança para outra.
Em geral, a deficiência intelectual traz mais dificuldades para que a criança interprete conteúdos abstratos. Isso exige estratégias diferenciadas por parte do professor, que diversifica os modos de exposição nas aulas, relacionando os conteúdos curriculares a situações do cotidiano, e mostra exemplos concretos para ilustrar ideias mais complexas.
Para a especialista, o professor é capaz de identificar rapidamente o que o aluno não é capaz de fazer. O melhor caminho para se trabalhar, no entanto, é identificar as competências e habilidades que a criança tem. Propor atividades paralelas com conteúdos mais simples ou diferentes, não caracteriza uma situação de inclusão. É preciso redimensionar o conteúdo com relação às formas de exposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividades e usar estratégias diversificadas, como a ajuda dos colegas de sala - o que também contribui para a integração e para a socialização do aluno.
Em sala, também é importante a mediação do adulto no que diz respeito à organização da rotina. Falar para o aluno com deficiência intelectual, previamente, o que será necessário para realizar determinada tarefa e quais etapas devem ser seguidas é fundamental.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/

10 de nov. de 2012

COLEÇÃO "PSICOPEDAGOGIA" - INDICAÇÃO DA SEMANA


COLEÇÃO "PSICOPEDAGOGIA"

Descrição

A Psicopedagogia hoje se constitui como área de estudo, isto quer dizer, não tem ainda status de ciência, no entanto, é o objetivo de pesquisa e nasceu de uma prática. Essa área de estudos fundamenta hoje uma prática que está justamente
porque ela surge em função da aprendizagem humana.

Embora o termo Psicopedagogia surgira uma junção da Psicologia mais a Pedagogia, está para além disso. Ela, na verdade, diz respeito a uma prática e a um conhecimento voltados para a questão da relação do psiquismo e o processo de
aprendizagem humana.

DVD 1 - A Psicopedagogia
A Psicopedagogia nasceu da necessidade de contribuir na busca de soluções para a difícil questão do problema da aprendizagem humana. Tem seus fundamentos teóricos construídos a partir de várias áreas do conhecimento: Psicologia, Pedagogia, Medicina, Fonoaudiologia, Linguística, Filosofia etc. Seu objeto de estudo é o processo de aprendizagem humana, com um olhar mais amplo e inclusivo. A Psicopedagogia, na sua prática clínica e preventiva, utiliza recursos específicos de diagnósticos e de intervenção. Neste programa a autora, uma das maiores especialistas no tema do país, nos apresenta a Psicopedagogia como uma área de estudos singular, com suas pesquisas, práticas e conceitos e aponta suas contribuições nos vários campos onde atua.

Conteúdo:
- O que é Psicopedagogia
- Objeto de estudo
- Correntes teóricas
- Campos de atuação
- Compromisso com a prevenção
- As 4 dimensões do sujeito da aprendizagem
- Um olhar clínico: diagnóstico e tratamento
- Instrumentos de diagnóstico
- A Inclusão na perspectiva da Psicopedagogia

DVD 2 - Contexto Escolar
Neste programa, Nádia Bossa, uma das maiores especialistas em Psicopedagogia no país, contextualiza e debate a questão do fracasso escolar e das dificuldades de aprendizagem e aponta os conhecimentos necessários para a compreensão dos processos de aprendizagem que se dão na instituição Escola. A Psicopedagogia nasceu da necessidade de contribuir na busca de soluções para a difícil questão do problema da aprendizagem humana. Tem seus fundamentos teóricos construídos a partir de várias áreas do conhecimento: Psicologia, Pedagogia, Medicina, Fonoaudiologia, Linguística, Filosofia etc. Seu objeto de estudo é o processo de aprendizagem humana, com um olhar mais amplo e inclusivo. A Psicopedagogia, na sua prática clínica e preventiva, utiliza recursos específicos de diagnósticos e de intervenção.

Conteúdo:
- A instituição escola
- O fracasso escolar como sintoma
- Entendendo a aprendizagem humana
- Ampliação do conceito de “conteúdos escolares”
- Identificando “Modalidade de aprendizagem” e “Estilo cognitivo” do aluno
- Sintonizando a metodologia ao modo de aprender
- Ensinar a aprender é aprender a ensinar
- Psicopedagogia na inclusão

DVD 3 - Contexto Familiar


Conteúdo:
- Contexto familiar e aprendizagem
- Aprendizagem na vida e aprendizagem escolar
- Habilidades mentais e conteúdo escolar
- A dimensão emocional e a aprendizagem
- Os pais e o desenvolvimento da inteligência
- Conduta dos pais e personalidade dos filhos
- Família, escola e a tarefa escolar
- Educando para ser feliz

DVD 4 - Diagnóstico Psicopedagógico

Conteúdo:
- O problema escolar, a queixa e a demanda latente
- Natureza das dificuldades de aprendizagem
- Singularidade do diagnóstico psicopedagógico
- Instrumentos de diagnóstico
- Devolutiva: sujeito, família, escola
- Estudo de caso: ilustrando a prática

ISBN:

978-85-7530-313-9

Detalhes

- Medidas: 21,0cm x 28,0cm
- Capa: Brochura, 4c/0c
- Miolo: Offset, 90gsm, 4c/4c
- Acabamento: costurado e colado, lombada quadrada
- Total de páginas: 65
- Embalagem contendo 4 DVDs e 1 livro

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Meu pai que a escola excluiu - texto para reflexão

Meu pai que a escola excluiu

(Já faz tempo que escrevo coisas sobre educação, meu "palco" de trabalho...
São muitas as aflições.... Nele falo sobre o meu pai e seus múltiplos saberes que a Escola desprezou. Alguns amigos já o conhecem...)



Na tarde de sábado passado dei um cordãozinho com dois nós na corrente para o meu pai desatar. Quando ele vem me visitar sempre encontra uma lista de coisas para fazer.
Estou aqui me lembrando da figura do meu pai à mesa da cozinha: cabeça baixa, concentrado, com uma agulha nas mãos e o meu cordão. Os dedos grossos mal conseguiam acertar os furinhos da corrente. As mãos trêmulas... Mas meu pai jamais me diria que não conseguiria.
Mãos grossas e unhas pretas. Meu pai foi mecânico. “Médico de carros”, diz ele toda vez que fala sobre o que se tornou quando a Escola lhe negou o sonho de ser médico.
Meu pai repetiu algumas vezes os anos de escola, e ao chegar à quarta série tinha muito o que fazer fora dela. Dono de um Cicle, meu avô precisava também dele para seguir com o trabalho. E a alegria de trabalhar com os irmãos e o pai e de logo aprender o prazer da motocicleta e, depois, do automóvel, não concorreu com a tristeza das notas baixas e dos evidenciados erros de português.
Só que alguma coisa de errado aconteceu nessa história. Foi meu pai quem tudo me ensinou nos meus anos de estudante. Desde aprender a ler e escrever (eu aprendi antes de entrar na escola) até as provas de geografia, física e história. Ah, lembro-me também de que foi ele quem me ensinou os advérbios de tempo, modo, lugar... E se foi por ele que aprendi o malabarismo de não deixar a escola negar os meus sonhos, como pode ele não ter chegado lá?
Eu acredito que, como diz Victor Paro, nós aprendemos apesar da escola, e não por causa dela. Meu pai hoje é um senhor de setenta e um anos. Inteligente, educado, íntegro, justo, honesto. Dono de valores que não aprendeu na escola e vejo muito pouco, hoje, a escola ensinar. Escreveu algumas palavras de forma errada. Desrespeitou alguns sinais de pontuação. Talvez não tenha respondido a tabuada na ponta da língua. E, por isso, recebeu da escola o pior castigo: a exclusão. Até hoje meu pai se lamenta de não ter seguido os estudos. Culpa-se.
Não sabe o meu pai o quanto é superior a tantos de nós, educadores, graduados. O quanto já era superior aos seus próprios professores. Tão menino e profundo conhecedor das traquinagens das bicicletas, motocicletas, automóveis. Meu pai sabe tudo: pinta, desenha, planta, canta, constrói, cozinha, costura, conserta, dirige. E sua escola não se curvou aos seus saberes. Muito pelo contrário: esticou-se tanto, tanto, que ele não conseguiu alcançá-la.
Alguns dirão: “pobre desse homem”. Pois insisto em dizer: pobre da escola de ontem que deixou nossos pais, avós e bisavós sem aquele maldito papel que legitima o saber que ela pensa que detém enquanto renega os muitos, tantos de seus educandos. E infinitas vezes mais pobre da escola de hoje, que ainda o faz.
Voltando à cena do cordão, depois de alguns minutos meu pai o entregou pra mim. Os nós? Desfeitos, revelando mais uma de suas tão desprezadas habilidades.
 
Fonte: http://kentrenostodos.blogspot.com.br/2011/12/meu-pai-que-escola-excluiu-texto-de.html?spref=fb

8 de nov. de 2012

Critérios para um diagnóstico informal da dislexia

Critérios para um diagnóstico informal da dislexia
(por critérios de exclusão)
Ficha Individual de Observação de Alunos com Dificuldades de Leitura
Assinalar, as observações verificadas na escola pelos professores ou em casa pelos pais, quanto ao desem
penho escolar e atitudes do aluno(a): (S) para SIM (N) para Não
[ ? ] no caso de dúvida
I - SINTOMATOLOGIA ESSENCIAL:
[ ] Tem oito anos ou mais.
[ ] Tem atraso na leitura de dois ou mais anos com relação às crianças da mesma idade.
[ ] Sua velocidade na leitura é inferior a 50/60 palavras por minuto.
[ ] Comete erros frequentes na leitura (omissões, substituições, inversões de fonemas - vogais e consoantes sonoras).
[ ] Sua compreensão de texto é muito pobre.
[ ] Seu quociente de inteligência (Q.I) é normal ou superior.
[ ] Não apresenta perturbação sensorial.
II - SINTOMATOLOGIA ASSOCIADA:
[ ] Apresenta um baixo rendimento na área de ortografia.
[ ] Tem um rendimento baixo no cálculo matemático, especialmente a
multiplicação.
[ ] Apresenta movimentos involuntários associados, especialmente quando lê e escreve.
[ ] Não gosta de ir à escola (Fracassa nas avaliações parciais, não gosta do meio escolar, falta de motivação para aprendizagem).
[ ] Apresenta ansiedade e medo na hora de ler em voz alta.
[ ] Apresenta erros frequentes na escrita (omissões, substituições, adições e inversões de letras).
III - FATORES DE PRÉ-DISPOSIÇÃO PARA DISLEXIA:
[ ] Apresenta problemas de lateralidade esquerda-direita, acima-abaixo.
[ ] A escola em que estuda não tem métodos eficientes e professores habilitados. Diversas formas de dispedagogias (Método ruim, professor desqualificado).
[ ] Os professores têm detectado mais ou menos rápido as dificuldades de leitura do(a) aluno(a).
[ ] Não há uma orientação pedagógica ou psicopedagógica adequada, na escola,para a reeducação linguística do aluno.
[ ] Sua aprendizagem de leitura e escrita foi precoce, isto é, verificou-se no período da educação infantil.
[ ] O(a) aluno(a) tem apresentado alterações na fala (articulação de fonemas e palavras), baixo nível de vocabulário, pobreza de expressão oral e se comunica mais com gestos.
[ ] O meio familiar é desfavorável à aprendizagem da leitura.
[ ] Verificam-se dificuldades semelhantes em familiares.
[ ] Seu esquema corporal não é adequado à sua idade.
[ ] Apresenta dificuldades de concentração ou atenção durante as atividades escolares, na escola e em casa.
[ ] Apresenta problemas de conduta escolar (indisciplinado, troca de escolas, escolaridade insuficiente, distorção série/idade e internações).
IV - DIFERENCIAIS IMPORTANTES
[ ] Não existe diagnóstico nem evidência médica de retardo mental.
[ ] Não existe diagnóstico nem evidência médica de transtorno neurológico.
[ ] Não existe diagnóstico nem evidência fonoaudiológica de problemas de audição.
[ ] Não existe diagnóstico nem evidência médica de defeitos de visão.
V - CRITÉRIOS PARA O DIAGNÓSTICO INFORMAL (Psicopedagógico)
[ ] Apresenta dificuldade importante de leitura para captar o sentido a partir da leitura de textos escolares.
[ ] O rendimento na leitura é surpreendentemente menor do que o esperado, dada sua escolarização e o rendimento geral em outras áreas linguísticas e escolares.
Solicitar outras informações que são consideradas relevantes.
Tradução e adaptação do Prof. Vicente Martins




Colaboração da psicopedagoga Silvia \Helena Viana

7 de nov. de 2012

LIVRO TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM - UMA ABORDAGEM NEUROBIOLÓGICA E MULTIDISCIPLINAR

 
Transtornos da Aprendizagem (Artmed, 480 págs., R$ 96), um livro organizado pelos médicos Newra Tellechea Rotta, Lygia Ohlweiler e Rudimar dos Santos Riesgo, que fala sobre as dificuldades das crianças durante o processo de aprendizagem.

 
A obra é formada por textos de 24 colaboradores, e trata de três temas principais: dificuldade de aprendizagem dita normal, relacionada à família, escola e/ou problemas físicos da própria criança; transtornos de aprendizagem, problemas como discalculia, dispraxia, disgnosis e distúrbios de memória; e uma reflexão sobre as mudanças que ocorrem nas crianças, levando em conta que seu cérebro está em constante desenvolvimento.
 

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