22 de ago. de 2012

SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA - EB Ariribá

Visita Da AFADEFI

A Semana da Pessoa com deficiência está sendo muito movimentada na Escola Básica Ariribá. O projeto da  Semana foi organizado pela professora de Educação Especial Giane Fiorenzano e pela supervisora Lídia Regina Roussenq, envolvendo toda a escola e a comunidade local.
                Com o objetivo de desenvolver a sensibilização, fazendo com que os alunos se coloquem no lugar do outro, desenvolvendo as habilidades interpessoal e intrapessoal,  durante toda semana estão sendo desenvolvidas atividades dentro e fora da sala de aula, como sessão cinema, jogos interdisciplinares,  palestras, contações de histórias, leitura, montagem de painéis, gincana, teatro e o recebimento de visitas de instituições especializadas que trabalham com pessoas com deficiência.
                No dia 22, a Escola recebeu a AFADEFI  (Associação de Apoio às Famílias de Deficientes Físicos) uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos que tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Os “meninos” da AFADEFI compartilharam lições de vida, divertiram e emocionaram... Foi um dia inesquecível!
                A Semana  não para por aí, ainda teremos a visita da ADVIR ( Associação dos Deficientes Visuais de Itajaí e Região), Dia de Cidadania do SESC, palestra para os pais sobre a saúde da família e o encerramento dia 28, com a finalização da gincana e muitas visitas, com depoimentos de vida e muita diversão.
                A Escola Básica Ariribá, juntamente com toda sua equipe acredita que a INCLUSÃO deve ser de TODOS e somente ações como essa pode contribuir para que isso aconteça!
               A NOSSA ESCOLA FAZ A DIFERENÇA...VALORIZANDO A DIVERSIDADE!

AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens

 (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. viagens
A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. viagens
A Entidade A ENTIDADE A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. OBJETIVOS Prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens
 Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens
A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. viagensEntidade A ENTIDADE A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. OBJETIVOS Prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens
A Entidade A ENTIDADE A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. OBJETIVOS Prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagenstidade A ENTIDADE A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. OBJETIVOS Prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens


A Entidade A ENTIDADE A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. OBJETIVOS Prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens

A Entidade A ENTIDADE A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. OBJETIVOS Prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes AÇÕES Atendimento médico, fisioterápico, psicológico, assistência social e assessoria jurídica Levantamento do número de deficientes físicos na cidade e região Visita as residências para avaliação sócio-econômica Empréstimos de equipamentos terapêuticos como cadeira de rodas, andadores, muletas, colchões, fraldas,etc Confecção de carteira de passe livre para transporte coletivo Encaminhamento de benefícios previdenciários Encaminhamento para o mercado de trabalho Eventos beneficentes Participação em políticas públicas relacionadas a melhora da qualidade de vida das pessoas com deficiência física como rebaixamento de guias nas calçadas, implantação de ônibus adaptados, assessoria em melhoria do mobiliário urbano e outras Treinamento e participação em competições paradesportivas.viagens


























A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. viagens
A AFADEFI (associação de apoio às famílias de deficientes físicos) é uma entidade civil, de caráter filantrópico e sem fins lucrativos. Tem como objetivo prestar todo e qualquer suporte a pessoa com deficiência física, visando garantir-lhe o pleno e livre exercício da cidadania bem como fiscalizar o cumprimento das leis vigentes. Fundada em 2002, atualmente conta com pouco mais de 500 associados com deficiência física. Atual gestão - Biênio 2008/2010. viagens

SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA - EB ARIRIBÁ

SEMANA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

MATUTINO

21
Terça-feira
Abertura Filme: “Castelo de Gelo” do 6º ano a 8ª série
8h às 9h45 - 6º ano e 6ª série
10h às 11h45 – 7ª série e 8ª série
8h às 9h45 - Pré – “Como treinar seu dragão”
Gincana com os alunos de 6º ano a 8ª série

22
Quarta-feira

Apresentação de basquete na cadeira de rodas.
( AFADEFI) – a partir das 10 horas

Gincana com os alunos de 6º ano a 8ª série

23
Quinta-feira

Gincana com os alunos de 6º ano a 8ª série

24
Sexta-feira

Gincana com os alunos de 6º ano a 8ª série


27
Segunda-feira

Teatro – Escolinha da ADVIR – 11h - quadra
Gincana com os alunos de 6º ano a 8ª série
Ação Cidadania SESC – Itajaí – quadra – durante todo o dia



28
Terça-feira
Encerramento – a partir das 9h - quadra
- Apresentação das provas da gincana
  • teatro com os alunos
  • depoimento de pessoas com deficiência
  • arrecadação de óculos (armação) para doação.
  • Participação dos visitantes.


VESPERTINO

21
Terça-feira
Filme - “Como treinar seu dragão”
13h30 às 15h – 1º e 2º anos
15h30 às 17h30 – 3º, 4º e 5º anos

22
Quarta-feira

Apresentação de basquete na cadeira de rodas. ( AFADEFI) – a partir das 13h30 horas

23
Quinta-feira

Apresentação de dança da OFEARTE




24
Sexta-feira

Contação de Histórias – bibliotecárias
1º horário -1º ano
2º horário -2º ano
3º horário -3º ano
4º horário - 4º e 5º anos


27
Segunda-feira

Teatro – Escolinha da ADVIR – 13h20 - quadra
Ação Cidadania do SESC- Itajaí – quadra - durante todo o dia


28
Terça-feira

Encerramento
Exposição de trabalhos desenvolvidos em sala de aula.

 
NOTURNO

28
Terça-feira
Palestra para os pais – Saúde da Família
19h às 20h

18 de ago. de 2012


Transtornos do desenvolvimento



Transtornos do desenvolvimento podem ser definidos como quaisquer entidades nosológicas ou eventos, de origem genética ou adquiridos até os primeiros meses de vida, que comprometam o desenvolvimento cerebral do indivíduo, podendo causar deficiências, físicas ou mentais, bem como restrições à funcionalidade e à participação social. Considero, então, que a deficiência mental, a paralisia cerebral, a epilepsia, os transtornos específicos de aprendizagem, bem como doenças mais graves, como a distrofia muscular progressiva tipo Duchenne e síndromes neurodegenerativas etc. constituem todos exemplos de TDs. As diversas manifestações neuropsicológicas dos transtornos do desenvolvimento podem ser agrupadas em síndromes caracterizadas por padrões recorrentes de dificuldades associadas, as quais refletem disfunções em componentes informacionais e circuitos neuronais específicos.
1) Deficiência mental: Na prática a síndrome de deficiência mental é operacionalizada como um QI abaixo de 80 (ou 70 em certos ambientes culturais) em que ocorre prejuízo ao funcionamento adaptativo independente do indivíduo. Apenas inteligência rebaixada não é suficiente para caracterizar deficiência mental. Há necessidade de haver comprometimento das funções adaptativas, principalmente da capacidade e auto-administrar sua vida, potencialmente e futuramente, no caso de crianças. Antigamente se atribuía a deficiência mental a um rebaixamento global da inteligência geral, o chamado fator g. Atualmente existem evidências de que diversas condições de origem genética ou adquirida podem comprometer as funções cognitivas e adaptativas de forma irregular, havendo funções mais comprometidas e funções relativamente preservadas. As especificidades determinadas por cada etiologia correspondem ao que se chama de fenótipo cognitivo ou comportamental. P. ex., um fenótipo específico caracterizado por atraso na aquisição da linguagem (hemisfério esquerdo) e agitação (lobo frontal) é observado em muitas condições com herança ligada ao cromossoma X, tais como a distrofia muscular progressiva tipo Duchenne. A síndrome de Klinefelter se associa também com disfunção do hemisfério esquerdo, sob a forma de dislexia. Na síndrome de Turner e no hipotireoidismo congênito tratado, por outro lado, ocorre um padrão de comprometimento da coordenação motora, habilidades visoespaciais, aritmética e cognição espacial que caracteriza o transtorno não-verbal de aprendizagem. Algumas das principais causas de deficiência mental são o alcoolismo materno entre as causas ambientais, a síndrome de Down entre as causas cromossômicas e a síndrome do sítio frágil no cromossoma X entre as causas genéticas. A avaliação neurocognitiva é importante, portanto, para caracterizar o fenótipo cognitivo ou comportamental.
2) Transtornos de aprendizagem: O termo transtorno de aprendizagem refere-se atranstornos específicos do desenvolvimento que se diferenciam da deficiência mental pelo comprometimento seletivo de determinados domínios do funcionamento e pela presença de QI normal e que são caracterizados em função da sua relação com as dificuldades de aprendizagem escolar. Ou seja, trata-se de transtornos do desenvolvimento em que a criança apresenta um QI na faixa da normalidade e que se manifesta por dificuldades de aprendizagem escolar em um domínio circunscrito como a leitura ou a aritmética.

3) Transtornos disexecutivos: Do ponto de vista cognitivo, uma série de transtornos de desenvolvimento se caracteriza por impulsividade e dificuldades com a auto-regulação. O transtorno do déficit de atenção por hiperatividade (TDAH) é diagnosticado pela presença de sintomas relacionados com impulsividade, hiperatividade e desatenção. Existem formas predominantemente impulsivas/hiperativas, predominantemente desatentas e mistas de TDAH. O TDAH apresenta comorbidade freqüente com transtorno desafiador opositivo (TDO) e transtorno de conduta (TC). TDO é denominação psiquiátricas para crianças que são desobedientes, rebeldes e desafiadoras. O TC é diagnosticado quando o TDO apresenta características persistentes e assume contornos mais graves. O TDAH junto com o TDO e o TC constituem o chamado grupo dos transtornos externalizantes do comportamento, ou seja, transtornos que se manifestam sob a forma de comportamentos manifestos, que assumem características perturbadoras do ambiente. Indivíduos com transtornos externalizantes apresentam déficits em funções executivas, tais como avaliadas por testes neuropsicológicos (Barkley, 2001). Mas os déficits neuropsicológicos não têm validade diagnóstica, as taxas de falsos negativos e positivos são muito altas. Uma explicação alternativa para a fisiopatologia do TDAH é considerá-lo como um transtorno dos processos de reforçamento e extinção, fazendo com que a janela temporal em que os reforçadores operam seja mais curta. O modelo comportamental caracteriza melhor a natureza do TDAH, uma vez que não se trata de um déficit cognitivo (o QI é normal) ou atencional (os dados sobre déficits atencionais no TDAH não são consistentes). As evidências neurobiológicas disponíveis sugerem que o TDAH representa uma variação de polimorfismos genéticos na transmissão dopaminérgicas em circuitos frontais córtico-subcorticais lateralizados para a direita. Disfunções executivas também fazem parte do quadro clínico de muitas doeças neurológicas tais como paralisia cerebral, algumas epilepsias, acidente vascular cerebral etc.
4) Atraso de aquisição da linguagem oral: O atraso na aquisição da linguagem é um dos principais sintomas de muitos transtornos do desenvolvimento tais como deficiência mental ou autismo. Mas existe um grupo de crianças com inteligência e socialização normal que apresentam o transtorno específico de desenvolvimento da linguagem oral (TEDLO), cuja principal dificuldade reside no domínio dos aspectos fonológicos da linguagem. Nas crianças com TEDLO ocorre a persistência de processos fonológicos que são normais em etapas anteriores do desenvolvimento, tais como as dislalias por troca (RATO -> /latu/) e por supressão (PRATO -> /patu/). Um subgrupo de crianças com TEDLO apresenta dificuldades na percepção dos sons da fala devido a um transtorno da decodificação temporal de séries de estímulos transitórios. O prognóstico é bom, mas as crianças com TEDLO apresentam risco de dificuldades de aprendizagem da leitura. A distrofia muscular progressiva tipo Duchenne é um exemplo de patologia genética em que pode ocorrer atraso no desenvolvimento da linguagem oral.
5) Dislexia específica de evolução: As etapas iniciais de aprendizagem da leitura em uma escrita alfabética exigem o domínio do princípio alfabético, ou seja, da capacidade de decodificar as relações sistemáticas entre grafemas e fonemas. Um contingente de crianças com inteligência normal apresenta dificuldades nas habilidades fonológicas de segmentar mentalmente as palavras nos seus fonemas constituintes de modo a estabelecer correlações com os grafemas pelos quais são representados na escrita. As dificuldades de decodificação fonológica também podem estar associadas a déficits na decodificação temporal de séries de estímulos transitórios e constituem a base fisiopatológica da dislexia específica de evolução. As dificuldades são persistentes e, à medida que as exigências escolares vão aumentando, começam a surgir dificuldades de interpretação de textos. O diagnóstico de dislexia não é incompatível com sucesso pessoal e profissional desde que os aspectos pedagógicos e socioemocionais sejam bem equacionados. Um exemplo de condição cromossômica onde ocorrem déficits relacionados ao hemisfério esquerdo é a síndrome de Klinefelter.
6) Transtorno não-verbal de aprendizagem: O transtorno não-verbal de aprendizagem (TNVA) é uma das síndromes neuropsicológicas do desenvolvimento menos conhecidas (Rourke, 1995). Trata-se de crianças que apresentam um padrão de comprometimento caracterizado por dificuldades de coordenação motora, nas habilidades visoespaciais e aritmética, na cognição social e na capacidade de fazer inferências. Na idade pré-escolar podem apresentar características comportamentais externalizantes como agitação e desobediência, mas na idade escolar e adolescência o comprometimento socioemocional muda para um padrão internalizante de depressão e ansiedade. As crianças com TNVA parecem ser ingênuas e desprotegidas, apresentam dificuldades com os aspectos pragmáticos da comunicação, ou seja, para desambiguar o contexto social, principalmente no que se refere à mecanismos de ironia, malícia etc. Tendem a fazer interpretações concretas. As dificuldades pragmáticas e não-verbais contrastam o desenvolvimento relativamente normal da fonologia, da sintaxe e da leitura. O discurso pode ser exuberante porém relativamente desprovido de conteúdo (“cocktail party speech”). Às vezes as crianças com TDAH podem parecer “verbosas”, sugerindo uma sobreposição de sintomas com a síndrome de Asperger. As dificuldades no TNVA podem ser atribuídas a disfunções da substância branca e/ou do hemisfério direito. Enquanto o hemisfério esquerdo se caracteriza por predomínio das conexões córtico-corticais de curta-distância que suportam um estilo analítico de processamento, no hemisfério direito predominam as conexões de longa-distância, relacionadas com o um processamento mais holístico. A disfunção do hemisfério direito é uma condição necessária e a disfunção da substância branca é necessária e suficiente para causar o TNVA. O TNVA caracteriza o fenótipo comportamental de muitas condições tais como síndrome fetal alcoólica, hidrocefalia congênita, síndrome de Turner, síndrome de Sotos, hipotireoidismo congênito precocemente tratado, seqüela de tratamento profilático para leucemia linfocítica aguda etc.
7) Discalculia específica de evolução: As discalculias, ou dificuldades de processamento numérico e para a aprendizagem de operações aritméticas, podem ocorrer por três mecanismos principais. As dificuldades podem ser de natureza de lingüística, consistindo de dificuldades para reconhecer, produzir ou transcodificar entre os vários sistemas de notação numérica, as quais refletem uma disfunção do hemisfério esquerdo. O segundo padrão é atribuído a dificuldades visoespaciais e se manifesta sob a forma de dificuldades para realizar operações sobre o valor posicional dos algarismos no sistema arábico de notação. As discalculias visoespaciais refletem tanto disfunções do hemisfério esquerdo quanto direito, mas são mais graves em conseqüência de comprometimentos à esquerda. Finalmente, existe um padrão de dificuldades conseqüente à incapacidade de representação analógica de grandezas, ou seja, um transtorno do desenvolvimento do conceito de número (anaritmia). A dificuldade de adquirir o conceito de número é causada por disfunções bilaterais do lobo parietal. Várias questões permanecem em aberto no estudo das discalculias do desenvolvimento, como suas relações com outros transtornos de aprendizagem tais como a dislexia, o TNVA e síndrome de Gerstmann do desenvolvimento (agnosia digital, desorientação direita-esquerda, disgrafia e acalculia). Algumas questões importantes de pesquisa: a) as dificuldades aritméticas no TNVA se devem a dificuldades visoespacial ou refletem a presença de uma anaritmia?; b) a síndrome de Gerstmann do desenvolvimento reflete disfunções do hemisfério esquerdo ou um padrão semelhante ao TNVA?
8) Autismo e síndrome de Asperger: O autismo e a síndrome de Asperger fazem parte do grupo dos transtornos invasivos do desenvolvimento, caracterizados por sintomas nas três áreas de dificuldades na interação social, comunicação e restrição do repertório comportamental/dificuldades com o comportamento lúdico e imaginativo. De modo simplificado pode-se dizer que o padrão neuropsicológico no autismo corresponde a um comprometimento do hemisfério esquerdo, caracterizado pelo fato de que mais de 50% das crianças com autismo não falam ou apresentam alterações graves no desenvolvimento da linguagem. O padrão de comprometimento na síndrome de Asperger, por outro lado, reflete uma disfunção do hemisfério direito, fazendo parte do TNVA. A natureza das dificuldades primárias no autismo e síndrome de Asperger é um assunto controverso. É geralmente aceito que os padrões qualitativamente distintos de interação social nos indivíduos autistas podem ser atribuídos a dificuldades com a construção de representações reflexivas, de ordem superior, dos próprios estados mentais e dos estados mentais alheios (teoria da mente). As discussões dizem respeito aos mecanismos do déficit: se refletem um déficit congênito em módulo da cognição social implementado pelo córtex temporal superior, amígdala e lobo frontal ou se derivam de uma disfunção executiva que prejudica o desenvolvimento de representações de estados mentais na interação com o ambiente social.
Fonte: http://npsi-reha.blogspot.com.br/2006/09/transtornos-do-desenvolvimento.html
Para saber mais adquira o livro Transtornos e dificuldades de aprendizagem: entendendo melhor os alunos com necessidades educativas especiais. Org. Simaia Sampaio e Ivana Braga, Editora WAK.


Fonte: simaia.blogspot.com

12 de ago. de 2012

Folclore - atividades para imprimir

Atividades para imprimir sobre Folclore







    



 




 
Digitalizar0028%5B1%5D Folclore Passatempo para crianças
trava linguas Folclore Passatempo para crianças
relacione Folclore Passatempo para crianças
ligapontos 02 Folclore Passatempo para crianças
ligaponto Folclore Passatempo para crianças
cruzadinha Folclore Passatempo para crianças
complete Folclore Passatempo para crianças
charadas Folclore Passatempo para crianças
caca palavras Folclore Passatempo para crianças
 
Fontes: http://analisacbarbosa.blogspot.com.br/2009/08/atividades-para-imprimir-sobre-folclore.html

9 de ago. de 2012

Como Treinar Seu Dragão. A superação da deficiência apresentada ao público infantil.

Como Treinar Seu Dragão. 

A superação da deficiência apresentada ao público infantil.


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Quando se pensa no subgênero “filmes de amizade entre inimigos”, nos vêem diversos longas que propunham unir inimigos em potencial que, contrariamente, aprendem a aceitar suas diferenças e se amar. Essa temática vem desde o teatro, com Shakespeare e seu Romeu e Julieta, assim como tem chegado em Ratatouille (Ratatouille, 2007), longa gastronômico da Pixar, e centenas de outros trabalhos que se utilizam do universo figurativo e narrativo típico deste gênero para abarcar outros temas.
Trazendo uma estrutura convencional em sua construção, Como Treinar Seu Dragão (How to Train Your Dragon, 2010) traz como protagonista Soluço, um rapaz franzino que mora num aldeia viking povoado por matadores de dragões por natureza. Contudo, mesmo sabendo que não consegue matar dragões, ele deseja se encaixar não somente no padrão que a sua sociedade aceita, mas que seu pai acredita ser o melhor para a “honra da família”. Mas, num dia, soluço conhece um dos dragões cuja lenda o torna o mais poderoso e mais temido de toda a aldeia, algo que ele facilmente contesta ao perceber a fragilidade do mesmo ao vê-lo tentar voar e não conseguir, por conta de uma deficiência na cauda.
Construído com uma técnica que parece atrasada em relação aos trabalhos feitos pela Pixar, o filme, no entanto, conquista pela simplicidade e generosidade ao deleitar o espectador com uma trilha sonora bela e tocante, assim como um discurso que trata da deficiência física como uma simples limitação, mas não como a maior barreira para nosso sucesso. Para Soluço, a maior barreira está construída dentro de nós mesmos, que mesmo inteiros de corpo, parecemos fragmentados, divididos, por vezes destruídos, pelas situações e pessoas que nos cercam e frustram.
Contudo, como atesta a mensagem final do longa, todos podemos ser parte dentro de um todo maior, mas precisamos estar inteiros dentro de nossa identidade e da compreensão de nossa força transformadora, domando – ou treinando – aquilo que parece querer nos destruir, seja por dentro ou por fora.
Fonte: Audio Mira Vel Mundo
http://turismoadaptado.wordpress.com/2011/10/23/como-treinar-seu-dragao-a-superacao-da-deficiencia-apresentada-ao-publico-infantil/

8 de ago. de 2012

O pescoço na Síndrome de Down

O pescoço na Síndrome de Down



A importância da avaliação de rotina



Anatomia do pescoço:


A coluna cervical é formada por 7 vértebras e possue uma curvatura normal conhecida como lordose.

O crânio se articula com a primeira vértebra cervical (C1), que é conhecida pelo nome de Atlas, formando a articulação occipito-cervical.

A segunda vértebra cervical (C2) é chamada de Axis.

A articulação entre a primeira e segunda vértebras do pescoço é conhecida como atlantoaxial.




10 a 20% dos pacientes com Síndrome de Down tem instabilidade da coluna cervical alta, ou seja, entre a primeira e segunda vertebras ou entre o crânio e a primeira vertebra.

A articulação entre C1-C2 é extremamente móvel mas pouco estável.

Permite 50% do movimento de rotação do pescoço mas, só 10 graus de flexão (inclinação da cabeça para frente) e extensão (inclinação da cabeça para trás).


O motivo da instabilidade:


O principal responsável é a severa frouxidão ligamentar do principal estabilizador dessa articulação, conhecido como  ligamento transverso.

Alterações congênitas no formato das vértebras também contribuem.

A instabilidade da articulação atlantoaxial, quando presente, coloca em risco de lesão, o tecido nervoso da medula espinhal, que passa entre as vértebras.

É importante saber, nas avaliações de rotina, se esse segmento é estável ou não, principalmente, antes das crianças começarem a fazer esportes que colcam o pescoço em risco de traumatismo.


As manifestações clínicas:


A maioria dos pacientes com instabilidade não tem sintomas.

Trata-se de uma patologia silenciosa, porém de risco, se não diagnosticada precocemente.


Quando começamos a avaliação?




Geralmente iniciamos a avaliação entre o terceiro e quarto ano de vida.

É obrigatório estudar o pescoço sempre que a criança for matriculada em esportes de contato que colocam o pescoço em risco de traumatismos.

É fundamental para o profissional de educação física, que ministra o esporte, ter um relatório médico garantindo a estabilidade do pescoço, nas crianças com Síndrome de Down.


Como é feito o diagnóstico?


Nos pacientes sem queixas, teremos o exame físico ortopédico da mobilidade do pescoço livre, sem torcicolo e sem déficit neurológico nos membros como fraqueza muscular ou rigidez.

O padrão da marcha é normal.

Nesses casos, o diagnóstico precoce só poderá ser feito com exame de imagem dinâmico da coluna cervical (pescoço).

Trata-se de uma radiografia do pescoço, em perfil, com posição neutra e outra com a cabeça inclinada para frente.

Fazemos uma medição da distância entre o intervalo atlantoaxial (C1 e C2) e dependendo do valor encontrado, definimos a coluna como estável ou instável.

Os valores normais são explicados para os pais e a medição deve ser feita pelo ortopedista e não somente pelo radiologista.

A estabilidade do pescoço deixa pais, médicos e profissionais de esporte tranquilos quanto a liberdade para a prática esportiva, sem restrição e sem riscos.





O que fazer com as crianças sem sintomas mas com instabilidade visto no exame de imagem?



A recomendação é para evitar esportes com potencial risco de lesão no pecoço e acompanhamento periódico.

E os casos com sintomas?
    Quais as queixas apresentadas?




Vimos que, a maioria das crianças que tem instabilidade, não tem sintoma algum.

Uma minoria apresenta queixas, devido a compressão da medula espinhal, que são:

- Dor no pescoço intermitente;

- Anormalidade na marcha;

- Mudança no controle de esfíncteres de urina e fezes;

- Mudança no tonus muscular nos membros.


A recomendação, para esses casos, é de tratamento imediato com descompressão da medula e estabilização do segmento acometido.


A história natural da instabilidade atlantoaxial:

Ainda é desconhecida para muitos estudiosos no assunto.

Não sabemos, por exemplo, se um paciente com instabilidade sem sintomas, um dia, desenvolverá queixas.

Evidências recentes mostram que, há uma tendência para a instabilidade C1-C2 diminuir com o avançar da idade.



Com a maturidade do esqueleto, surge outro problema, relacionado ao pescoço, que vem a ser a degeneração precoce dos discos interverterais dos segmentos mais baixos da coluna cervical.

Não raro, encontramos adultos jovens com Síndrome de Down e dor no pescoço, não devido a instabilidade C1-C2 mas sim, devido a osteoartrose precoce no pescoço.

Imagens radiograficas de degeneração discal são encontrados.


Conclusões:


Fiquem atentos ao exame do pescoço da criança com Síndrome de Down.

A ausência de sintomas, não garante a saúde da coluna cervical.

Exame de imagem de rotina, deve ser feito para proteger a criança contra danos neurológicos.

Acompanhamento anual é necessário neste quesito.


A recomendação atual é para avaliação do pescoço, com exame físico e de imagem, em todas as crianças com Síndrome de Down, antes de iniciarem esportes com potencial risco de lesão na coluna cervical, por permitirem flexão e extensão forçadas durante o esporte.




As principais atividades físicas de potencial risco são:

- Mergulho de cabeça em piscina;

- Esportes equestres;

- Futebol; Basquete, Volei

- Ginástica olímpica e artistica

- Treinamento de lutas.

Fonte: http://amadurecendocomsaude.blogspot.com.br 

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