17 de ago. de 2012


15 de ago. de 2012

Aprenda a lidar com as deficiências

12 de ago. de 2012

Folclore - atividades para imprimir

Atividades para imprimir sobre Folclore







    



 




 
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Fontes: http://analisacbarbosa.blogspot.com.br/2009/08/atividades-para-imprimir-sobre-folclore.html

9 de ago. de 2012

Como Treinar Seu Dragão. A superação da deficiência apresentada ao público infantil.

Como Treinar Seu Dragão. 

A superação da deficiência apresentada ao público infantil.


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Quando se pensa no subgênero “filmes de amizade entre inimigos”, nos vêem diversos longas que propunham unir inimigos em potencial que, contrariamente, aprendem a aceitar suas diferenças e se amar. Essa temática vem desde o teatro, com Shakespeare e seu Romeu e Julieta, assim como tem chegado em Ratatouille (Ratatouille, 2007), longa gastronômico da Pixar, e centenas de outros trabalhos que se utilizam do universo figurativo e narrativo típico deste gênero para abarcar outros temas.
Trazendo uma estrutura convencional em sua construção, Como Treinar Seu Dragão (How to Train Your Dragon, 2010) traz como protagonista Soluço, um rapaz franzino que mora num aldeia viking povoado por matadores de dragões por natureza. Contudo, mesmo sabendo que não consegue matar dragões, ele deseja se encaixar não somente no padrão que a sua sociedade aceita, mas que seu pai acredita ser o melhor para a “honra da família”. Mas, num dia, soluço conhece um dos dragões cuja lenda o torna o mais poderoso e mais temido de toda a aldeia, algo que ele facilmente contesta ao perceber a fragilidade do mesmo ao vê-lo tentar voar e não conseguir, por conta de uma deficiência na cauda.
Construído com uma técnica que parece atrasada em relação aos trabalhos feitos pela Pixar, o filme, no entanto, conquista pela simplicidade e generosidade ao deleitar o espectador com uma trilha sonora bela e tocante, assim como um discurso que trata da deficiência física como uma simples limitação, mas não como a maior barreira para nosso sucesso. Para Soluço, a maior barreira está construída dentro de nós mesmos, que mesmo inteiros de corpo, parecemos fragmentados, divididos, por vezes destruídos, pelas situações e pessoas que nos cercam e frustram.
Contudo, como atesta a mensagem final do longa, todos podemos ser parte dentro de um todo maior, mas precisamos estar inteiros dentro de nossa identidade e da compreensão de nossa força transformadora, domando – ou treinando – aquilo que parece querer nos destruir, seja por dentro ou por fora.
Fonte: Audio Mira Vel Mundo
http://turismoadaptado.wordpress.com/2011/10/23/como-treinar-seu-dragao-a-superacao-da-deficiencia-apresentada-ao-publico-infantil/

8 de ago. de 2012

O pescoço na Síndrome de Down

O pescoço na Síndrome de Down



A importância da avaliação de rotina



Anatomia do pescoço:


A coluna cervical é formada por 7 vértebras e possue uma curvatura normal conhecida como lordose.

O crânio se articula com a primeira vértebra cervical (C1), que é conhecida pelo nome de Atlas, formando a articulação occipito-cervical.

A segunda vértebra cervical (C2) é chamada de Axis.

A articulação entre a primeira e segunda vértebras do pescoço é conhecida como atlantoaxial.




10 a 20% dos pacientes com Síndrome de Down tem instabilidade da coluna cervical alta, ou seja, entre a primeira e segunda vertebras ou entre o crânio e a primeira vertebra.

A articulação entre C1-C2 é extremamente móvel mas pouco estável.

Permite 50% do movimento de rotação do pescoço mas, só 10 graus de flexão (inclinação da cabeça para frente) e extensão (inclinação da cabeça para trás).


O motivo da instabilidade:


O principal responsável é a severa frouxidão ligamentar do principal estabilizador dessa articulação, conhecido como  ligamento transverso.

Alterações congênitas no formato das vértebras também contribuem.

A instabilidade da articulação atlantoaxial, quando presente, coloca em risco de lesão, o tecido nervoso da medula espinhal, que passa entre as vértebras.

É importante saber, nas avaliações de rotina, se esse segmento é estável ou não, principalmente, antes das crianças começarem a fazer esportes que colcam o pescoço em risco de traumatismo.


As manifestações clínicas:


A maioria dos pacientes com instabilidade não tem sintomas.

Trata-se de uma patologia silenciosa, porém de risco, se não diagnosticada precocemente.


Quando começamos a avaliação?




Geralmente iniciamos a avaliação entre o terceiro e quarto ano de vida.

É obrigatório estudar o pescoço sempre que a criança for matriculada em esportes de contato que colocam o pescoço em risco de traumatismos.

É fundamental para o profissional de educação física, que ministra o esporte, ter um relatório médico garantindo a estabilidade do pescoço, nas crianças com Síndrome de Down.


Como é feito o diagnóstico?


Nos pacientes sem queixas, teremos o exame físico ortopédico da mobilidade do pescoço livre, sem torcicolo e sem déficit neurológico nos membros como fraqueza muscular ou rigidez.

O padrão da marcha é normal.

Nesses casos, o diagnóstico precoce só poderá ser feito com exame de imagem dinâmico da coluna cervical (pescoço).

Trata-se de uma radiografia do pescoço, em perfil, com posição neutra e outra com a cabeça inclinada para frente.

Fazemos uma medição da distância entre o intervalo atlantoaxial (C1 e C2) e dependendo do valor encontrado, definimos a coluna como estável ou instável.

Os valores normais são explicados para os pais e a medição deve ser feita pelo ortopedista e não somente pelo radiologista.

A estabilidade do pescoço deixa pais, médicos e profissionais de esporte tranquilos quanto a liberdade para a prática esportiva, sem restrição e sem riscos.





O que fazer com as crianças sem sintomas mas com instabilidade visto no exame de imagem?



A recomendação é para evitar esportes com potencial risco de lesão no pecoço e acompanhamento periódico.

E os casos com sintomas?
    Quais as queixas apresentadas?




Vimos que, a maioria das crianças que tem instabilidade, não tem sintoma algum.

Uma minoria apresenta queixas, devido a compressão da medula espinhal, que são:

- Dor no pescoço intermitente;

- Anormalidade na marcha;

- Mudança no controle de esfíncteres de urina e fezes;

- Mudança no tonus muscular nos membros.


A recomendação, para esses casos, é de tratamento imediato com descompressão da medula e estabilização do segmento acometido.


A história natural da instabilidade atlantoaxial:

Ainda é desconhecida para muitos estudiosos no assunto.

Não sabemos, por exemplo, se um paciente com instabilidade sem sintomas, um dia, desenvolverá queixas.

Evidências recentes mostram que, há uma tendência para a instabilidade C1-C2 diminuir com o avançar da idade.



Com a maturidade do esqueleto, surge outro problema, relacionado ao pescoço, que vem a ser a degeneração precoce dos discos interverterais dos segmentos mais baixos da coluna cervical.

Não raro, encontramos adultos jovens com Síndrome de Down e dor no pescoço, não devido a instabilidade C1-C2 mas sim, devido a osteoartrose precoce no pescoço.

Imagens radiograficas de degeneração discal são encontrados.


Conclusões:


Fiquem atentos ao exame do pescoço da criança com Síndrome de Down.

A ausência de sintomas, não garante a saúde da coluna cervical.

Exame de imagem de rotina, deve ser feito para proteger a criança contra danos neurológicos.

Acompanhamento anual é necessário neste quesito.


A recomendação atual é para avaliação do pescoço, com exame físico e de imagem, em todas as crianças com Síndrome de Down, antes de iniciarem esportes com potencial risco de lesão na coluna cervical, por permitirem flexão e extensão forçadas durante o esporte.




As principais atividades físicas de potencial risco são:

- Mergulho de cabeça em piscina;

- Esportes equestres;

- Futebol; Basquete, Volei

- Ginástica olímpica e artistica

- Treinamento de lutas.

Fonte: http://amadurecendocomsaude.blogspot.com.br 

HERÓIS CLÁSSICOS - HELEN KELLER - PARTE 1 - Filme para sensibilização

HERÓIS CLÁSSICOS - HELEN KELLER - PARTE 2

HERÓIS CLÁSSICOS - HELEN KELLER - PARTE 3

5 de ago. de 2012

MATERIAIS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS - AEE

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SITE: ://inclusaoaee.files.wordpress.com/2010/03/os-90037_materiais_pedagogicos_adaptados.pdf

DSM-V : Transtorno do Espectro do Autismo

Diagnóstico do Autismo

No Brasil, o diagnóstico do autismo oficial é organizado pelo CID-10, código internacional de doenças, décima edição. No entanto, é importante saber que o diagnóstico do Autismo e de outros quadros do espectro são obtidos através de observação clínica e pela história referida pelos pais ou responsáveis. Assim, não existem marcadores biológicos que definam o quadro. Alguns exames laboratoriais podem permitir a compreensão de fatores associados a ele, mas ainda assim o diagnóstico do autismo é clínico.
Além da CID-10, outros manuais procuraram organizar o entendimento das doenças. Entre eles, tem sido bastante utilizado o Manual de Classificação de Doenças Mentais da Associação Americana de Psiquiatria, o DSM, que está na 4a edição. O DSM-IV é relativamente parecido com o CID-10.  Sua nova edição, porém, o DSM-V, que está sendo preparada para ser lançada em 2013, prevê muitas modificações na organização do diagnóstico do autismo. A principal será a eliminação das categorias Autismo, síndrome de Asperger, Transtorno Desintegrativo e Transtorno Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação.  Existirá apenas uma denominação: Transtornos do Espectro Autista.
Essa decisão baseia-se principalmente no conhecimento acumulado.  Por meio dele sabemos que é relativamente fácil reconhecer que uma pessoa pertence ao grupo de transtorno global. Nem sempre, porém, é possível determinar se o quadro é compatível com autismo, Asperger, etc.
A seguir apresentamos a proposta atual para o DSM-V e as justificativas dos seus proponentes, cuja versão original pode ser acessada em:
DSM-V : Transtorno do Espectro do Autismo
Deve preencher os critérios 1, 2 e 3 abaixo:
1. Déficits clinicamente significativos e persistentes na comunicação social e nas interações sociais, manifestadas de todas as maneiras seguintes:
a. Déficits expressivos na comunicação não verbal e verbal usadas para interação social;
b. Falta de reciprocidade social;
c. Incapacidade para desenvolver e manter relacionamentos de amizade apropriados para o estágio de desenvolvimento.
2. Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos duas das maneiras abaixo:
a. Comportamentos motores ou verbais estereotipados, ou comportamentos sensoriais incomuns;
b. Excessiva adesão/aderência a rotinas e padrões ritualizados de comportamento;
c. Interesses restritos, fixos e intensos.
3. Os sintomas devem estar presentes no início da infância, mas podem não se manifestar completamente até que as demandas sociais excedam o limite de suas capacidades.
Justificativas:
A. Novo nome para a categoria, Transtorno do Espectro do Autismo, que inclui transtorno autístico (autismo), transtorno de Asperger, transtorno desintegrativo da infância, e transtorno global ou invasivo do desenvolvimento sem outra especificação.
A diferenciação entre Transtorno do Espectro do Autismo, desenvolvimento típico/normal e de outros transtornos “fora do espectro” é feita com segurança e com validade. No entanto, as distinções entre os transtornos têm se mostrado inconsistentes com o passar do tempo. Variáveis dependentes do ambiente, e frequentemente associadas à gravidade, nível de linguagem ou inteligência, parecem contribuir mais do que as características do transtorno.
Como o autismo é definido por um conjunto comum de sintomas, estamos admitindo que ele seja melhor representado por uma única categoria diagnóstica, adaptável conforme apresentação clínica individual, que permite incluir especificidades clínicas como, por exemplo, transtornos genéticos conhecidos, epilepsia, deficiência intelectual e outros. Um transtorno na forma de espectro único, reflete melhor o estágio de conhecimento sobre a patologia e sua apresentação clínica.  Previamente, os critérios eram equivalentes a tentar “separar joio do trigo”.
B. Três domínios se tornam dois:
1) Deficiências sociais e de comunicação;
2) Interesses restritos, fixos e intensos e comportamentos repetitivos.
Déficits na comunicação e comportamentos sociais são inseparáveis, e avaliados mais acuradamente quando observados como um único conjunto de sintomas com especificidades contextuais e ambientais.
Atrasos de linguagem não são características exclusivas dos transtornos do espectro do autismo e nem universais dentro dele. Podem ser definidos, mais apropriadamente, como fatores que influenciam nos sintomas clínicos de TEA, e não como critérios do diagnóstico do autismo para esses transtornos.
Exigir que ambos os critérios sejam completamente preenchidos, melhora a especificidade diagnóstico do autismo sem prejudicar sua sensibilidade.
Fornecer exemplos a serem incluídos em subdomínios, para uma série de idades cronológicas e níveis de linguagem, aumenta a sensibilidade ao longo dos níveis de gravidade, de leve ao mais grave, e ao mesmo tempo mantém a especificidade que temos quando usamos apenas dois domínios.
A decisão foi baseada em revisão de literatura, consultas a especialistas e discussões de grupos de trabalho. Foi confirmada pelos resultados de análises secundárias dos dados feitas pelo CPEA e pelo STAART, Universidade de Michigan, e pelas bases de dados da Simons Simplex Collection.
Muitos critérios sociais e de comunicação foram unidos e simplificados para esclarecer os requerimentos do diagnóstico do autismo.
No DSM IV, critérios múltiplos avaliam o mesmo sintoma e por isso trazem peso excessivo ao ato de diagnosticar.
Unir os domínios social e de comunicação, requer uma nova abordagem dos critérios.
Foram conduzidas análises sobre os sintomas sociais e de comunicação para estabelecer os conjuntos mais sensíveis e específicos de sintomas, bem como os de descrições de critérios para uma série de idades e níveis de linguagem.
Exigir duas manifestações de sintomas para comportamento repetitivos e interesses fixos e focados, melhora a especificidade dos critérios, sem perdas significativas na sensibilidade. A necessidade de fontes múltiplas de informação, incluindo observação clínica especializada e relatos de pais, cuidadores e professores, é ressaltada pela necessidade de atendermos uma proporção mais alta de critérios.
A presença, via observação clínica e relatos do(s) cuidador(es), de uma história de interesses fixos, rotinas ou rituais e comportamentos repetitivos, aumenta consideravelmente a estabilidade do diagnóstico do autismo do espectro do autismo ao longo do tempo,  e reforça a diferenciação entre TEA e os outros transtornos.
A reorganização dos subdomínios, aumenta a clareza e continua a fornecer sensibilidade adequada, ao mesmo tempo que melhora a especificidade necessária através de exemplos de diferentes faixas de idade e níveis de linguagem.
Comportamentos sensoriais incomuns, são explicitamente incluídos dentro de um subdomínio de comportamentos motores e verbais estereotipados, aumentando a especificação daqueles diferentes que podem ser codificados dentro desse domínio, com exemplos particularmente relevantes para crianças mais novas.
C. O Transtorno do Espectro do Autismo é um transtorno do desenvolvimento neurológico, e deve estar presente desde o nascimento ou começo da infância, mas pode não ser detectado antes, por conta das demandas sociais mínimas na mais tenra infância, e do intenso apoio dos pais ou cuidadores nos primeiros anos de vida.

fonte: http://www.autismoerealidade.com.br/informe-se/sobre-o-autismo/diagnosticos-do-autismo/

30 de jul. de 2012

Cartilha ENEM - 2012 - MEC

CARTILHA DO MEC - REDAÇÃO DO ENEM 2012

MEC lança GUIA DO PARTICIPANTE com dicas para fazer a redação do ENEM: 
Baixe em pdf - clique no link abaixo:

http://download.uol.com.br/educacao/enem2012_guiaredacao.pdf

27 de jul. de 2012

- Cáculo Mental - Usando resultados numéricos conhecidos para resolver outros cálculos


Usando resultados numéricos conhecidos para resolver outros cálculos

Nessa proposta de atividade permanente você vai ver como aumentar o repertório de cálculos mentais conhecidos da turma.
Objetivos
- Compreender que os resultados de determinadas contas servem para chegar aos resultados de outras contas parecidas.
- Concluir que contas envolvendo números grandes podem ter o mesmo grau de dificuldade que outras parecidas, com números pequenos.

Ano
2º ano.
Flexibilização Para alunos com deficiência intelectual Eles podem chegar à compreensão desta relação matemática através do uso de Material Dourado. O professor deve levá-los a observar e explorar a relação entre uma unidade e uma dezena, ou um “cubo” e uma “barra”(como também podem ser denominados). Este material é demonstrativo, vai além do registro gráfico dos números o que possibilita maior compreensão e assimilação.

Desenvolvimento
Resolva na lousa, com o auxílio dos alunos, adições de números iguais e de um algarismo com o objetivo de levá-los, a seguir, a estender esse conhecimento para adições de números iguais e mais de um algarismo (20 + 20 ou 30 + 30, por exemplo):
Usando resultados numéricos conhecidos para resolver outros cálculos
Ajude-os a estabelecer relações entre certos cálculos a partir das características do nosso sistema numérico. Questione, por exemplo, se para fazer contas como 20 + 20 ou 30 + 30 podemos usar 2 + 2 ou 3 + 3, contas de resultados já conhecidos. Partam, então, para adições de números iguais e de dois algarismos, tentando estabelecer relações com os resultados das contas com números iguais e um algarismo. Leve-os, dessa maneira, a concluir que:
Usando resultados numéricos conhecidos para resolver outros cálculos
Questione-os sobre quais outras contas parecidas seria possível escrever: será que as contas 1 + 1 e 10 + 10 ajudam a solucionar a conta 100 + 100? E que as contas 2 + 2 e 20 + 20 ajudam a resolver a conta 200 + 200? Reflitam sobre o assunto e concluam realizando mais exemplos de adições com números iguais e de três algarismos para checar as hipóteses levantadas.

Avaliação
Solicite aos alunos que registrem as conclusões no caderno e analise se eles compreenderam que podem usar os resultados de certas contas para resolver outras. Verifique se a turma avançou em relação aos procedimentos utilizados nas atividades e observe ainda a participação nas discussões.
Fonte:
Atividade elaborada por Héctor Ponce: Cálculo Mental de sumas y restas. Propuestas para trabajar em el aula (traduzida e adaptada para fins didáticos)

Retirado do site: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/usando-resultados-numericos-conhecidos-resolver-outros-calculos-674333.shtml?utm_source=redesabril_fvc&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_novaescola

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