18 de jul. de 2011

CEMESPI visita a Associação de Equoterapia do Vale do Itajaí











17 de jul. de 2011

INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO PODE REDUZIR EXPOSIÇÃO À VIOLÊNCIA


Investimento em educação pode reduzir exposição à violência
13 de julho de 2011  10h16



     Se o investimento em qualidade na educação brasileira fosse maior, o resultado seria menos crianças e adolescentes vivendo em situações de risco ou de violência. A opinião é do presidente da Fundação Criança de São Bernardo do Campo (SP), Ariel de Castro Alves, e vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Segundo o advogado, nos últimos anos, houve um aumento do número de assassinatos de crianças e adolescentes no país. "Há cinco anos, 16 crianças e adolescentes eram assassinados por dia. Atualmente, com base no último Mapa da Violência, são 21."
Para Castro, é preciso investir cada vez mais na educação integral. "A criança e o adolescente deveriam cumprir um período na escola e, no contraturno, fazerem cursos de informática ou atividades na área de cultura, esporte e lazer. A partir dos 14 anos, elas também podem ser aprendizes", disse à Agência Brasil.
O advogado ressaltou que, quando as crianças e adolescentes encontram oportunidades e perspectivas na escola, diminuem os riscos de se envolverem a criminalidade e as drogas. "A criança que vai para as ruas começa a ficar nos faróis como pedinte, limpando vidros e, aos poucos, começa a ter contato com as drogas e com a exploração sexual. A ociosidade, a falta de perspectivas e a frustração colaboram para que os adolescentes se envolvam com as drogas, com a criminalidade e situações de risco."
Alves informou que há atualmente cerca de 24 mil crianças e adolescentes nas ruas, considerando-se somente as cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. "Efetivamente, 80% delas não moram nas ruas, mas vão para as ruas para conseguir dinheiro e contribuir no sustento doméstico. Precisamos combater o trabalho infantil porque o trabalhador infantil de hoje, sem condições adequadas de preparação para o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, vai ser o desempregado de amanhã."
Para ele, a questão do enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes ainda é um dos principais desafios do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que hoje (13) completa 21 anos. Ele citou avanços, como a redução do trabalho e da mortalidade infantil, a diminuição da gravidez na adolescência e a ampliação do acesso das crianças e adolescentes às escolas. Mas ressaltou que ainda é preciso criar mecanismos para combater a violência que envolve crianças e adolescentes, seja quando elas assumem o papel de vítima, seja quando elas são protagonistas dos crimes. "À medida que o Estado exclui, o crime acaba incluindo."
Além do investimento em educação, Alves defende que é necessário incluir os jovens em programas de estágios, de aprendizagem ou profissionalizantes, preparando-os para o mercado de trabalho. "Há uma dificuldade muito grande para os adolescentes serem incluídos no mercado de trabalho ou em vagas de aprendizagem ou cursos técnicos e profissionalizantes", disse.
Na opinião dele, isso deveria ser proporcionado pelo governo e pelas empresas. "O Poder Público e as empresas podem ampliar as vagas de aprendizes e também de estagiários para que eles possam ingressar no mercado de trabalho bem preparados", destacou. Para que os adolescentes não desistam de participar desses programas, Alves defendeu a criação de uma Bolsa Formação, que seria destinada principalmente às crianças e adolescentes de famílias mais carentes.
RETIRADO DO SITE: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5239227-EI8266,00-Investimento+em+educacao+pode+reduzir+exposicao+a+violencia.html

RETROSPECTIVA - PARA MATAR A SAUDADE





























14 de jul. de 2011


Estudante cria sistema para tratar água com uso de energia solar
14 de julho de 2011  11h16  atualizado às 11h40


O estudante de engenharia elétrica da Universidade Federal de Goiás (campus de Jatai) Leonardo Lira, 20 anos, inventou um sistema para tratamento de água que não usa energia elétrica, não emite gás carbônico e retira material que pode poluir o meio ambiente. De baixo custo, o sistema pode ser utilizado por comunidades carentes sem acesso a saneamento básico.
Com cinco tábuas de compensado revestidas de papel-alumínio, Leonardo fez uma caixa sem tampa de aproximadamente 1 metro quadrado com as paredes abertas e inclinadas, uma espécie de concentrador que recebe luz do sol.
No interior da caixa, o estudante depositou quatro garrafas PET transparentes com capacidade para 2 litros, cada, onde armazena a água para tratamento por três a seis horas. A água chega a atingir uma temperatura de 70 graus Celsius (30 graus a menos do que a temperatura de fervura), e, aquecida, elimina bactérias, vírus e substâncias que fazem mal à saúde humana.
Para testar o concentrador solar, Leonardo fez três séries de amostras de água de cinco residências que não recebem água encanada e tratada. O líquido foi pré-analisado pela Saneamento de Goiás S/A (companhia de saneamento do estado), que descreveu as impurezas e quantificou em tabela a ocorrência de coliformes fecais e de organismos como o rotavírus. Nos testes, após três horas no concentrador, eles foram eliminados. A água pôde ser bebida depois de esfriar naturalmente em jarra própria.
"Nosso foco era gastar o mínimo de energia possível sem passar por fervura, e, assim, não precisar de gás e evitar a emissão de poluentes", comemora o futuro engenheiro que apresenta o seu trabalho na Expotec, a feira de ciência, tecnologia e inovação que está aberta durante a 63ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre em Goiânia (GO).
RETIRADO DO SITE: HTTP://NOTICIAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO/NOTICIAS/0,,OI5241548-EI8266,00-ESTUDANTE+CRIA+SISTEMA+PARA+TRATAR+AGUA+COM+USO+DE+ENERGIA+SOLAR.HTML

3 de jul. de 2011

Massa de ar polar derruba temperaturas em Santa Catarina


Massa de ar polar derruba temperaturas em Santa Catarina
03 de julho de 2011  09h24

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As rajadas de vento atingiram os 40 km/h e trouxeram a Florianópolis uma sensação próxima do zero grau. Foto: Fabricio Escandiuzzi /Especial para Terra
As rajadas de vento atingiram os 40 km/h e trouxeram a Florianópolis uma sensação próxima do 0ºC
Foto: Fabricio Escandiuzzi /Especial para Terra
FABRÍCIO ESCANDIUZZI
Direto de Florianópolis
O frio intenso voltou a atingir Santa Catarina no início da manhã deste domingo. Os termômetros chegaram a marcar 2ºC na região serrana do Estado, mas o vento trouxe a sensação de um dia muito mais gelado.
Em São Joaquim, na Serra, por volta das 7h a temperatura era de 2ºC. A possibilidade de ocorrência de neve é mantida pelos meteorologistas, embora com menor intensidade da registrada no fim de semana passado.
Em Florianópolis, os termômetros de rua chegaram a marcar 10ºC no início da manhã, mas as rajadas de vento atingiram os 40 km/h e trouxeram uma sensação próxima do 0ºC. Na região do aeroporto, na zona sul da cidade, o vento era ainda mais intenso. No centro, as ruas estavam praticamente desertas por volta das 7h.
"Só sai de casa quem precisa trabalhar", disse a recicladora Érica Luiza Gonçalves, 54 anos. "Tenho que estar na rua porque o domingo é um dos dias que mais recolho latas", afirmou.
O frio deve se intensificar na tarde deste domingo, de acordo com o Centro de Recursos Ambientais de Santa Catarina (Ciram). A massa de ar polar, que baixou as temperaturas no Rio Grande do Sul neste sábado, vai derrubar os termômetros em todo o sul do país. A expectativa é de que a temperatura chegue aos -5ºC nas cidades da região serrana.
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5219593-EI8139,00-Massa+de+ar+polar+derruba+temperaturas+em+Santa+Catarina.html

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