11 de mai. de 2010

Conheça um pouco da História do Forte São José da Ponta Grossa




Fortaleza de São José da Ponta Grossa


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Coordenadas: 27º 25' 54" S 048º 31' 06" W

Fortaleza de S. José da Ponta Grossa, Santa Catarina.



Construção João V de Portugal (1740)

Estilo Abaluartado

Conservação Bom

Aberto ao público

A Fortaleza de São José da Ponta Grossa localiza-se no estado de Santa Catarina, no Brasil.



Ergue-se em posição dominante na encosta do morro da Ponta Grossa, a Noroeste da ilha de Santa Catarina, dominando a baía Norte.



Projetada e construída pelo brigadeiro José da Silva Pais, primeiro governador da Capitania de Santa Catarina (1739-1745), é um dos vértices do triângulo defensivo da barra da baía Norte da ilha na primeira metade do século XVIII, integrado pela Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim e pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones. O sistema defensivo foi completado pela Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba, na barra da baía Sul. Juntas, deveriam proteger a ilha de Santa Catarina, consolidando a ocupação do sul da Colônia, e atuando como base estratégica de apoio para a manutenção do domínio português sobre a Colônia do Sacramento.



Índice [esconder]

1 História

2 Características

3 Notas

4 Bibliografia

5 Ver também

6 Ligações externas





[editar] História

Sucedeu a um entrincheiramento no local, que remontava a 1653 (ver Entrincheiramento da Ponta Grossa)[1].



Sob a invocação de São José, a construção desta fortaleza teve início em agosto de 1740, tendo sido concluída cerca de quatro anos após[2].



Em 1760, por determinação do ministro Marquês de Pombal (1750-1777), o governador da capitania do Rio de Janeiro, capitão-general Gomes Freire de Andrade (1733-1763), enviou o Engenheiro Militar tenente-coronel José Custódio de Sá e Faria, do Real Corpo de Engenheiros, para fazer um levantamento das defesas erguidas pelo brigadeiro Silva Pais na ilha de Santa Catarina. Como nas demais fortificações procedeu-lhe a pequenos reparos.



Para completar a defesa do seu flanco Leste foi levantada, a partir de 1765, a Bateria de São Caetano da Ponta Grossa. Quando da invasão espanhola de 1777, ante o desembarque dos atacantes na praia de Canasvieiras, esta bateria foi abandonada por seus defensores, que se recolheram à Fortaleza de São José, por sua vez também abandonada após ter disparado dois tiros (24 de fevereiro). Foi ocupada por forças espanholas sob o comando do D. Ventura Caro[3].



Tanto esta fortaleza, quanto a Bateria que se lhe subordinava, se encontravam sob o comando do Capitão Simão Rodrigues de Proença, do Regimento de Linha de Infantaria da Ilha de Santa Catarina, oficial experimentado nas Campanhas do Sul, com impecável fé de ofício. Seguindo ordens do Governador da Capitania, Pedro Antônio da Gama Freitas (1776-1777), retirou-se da Praça-forte ao terceiro dia de cerco, sem combate. Julgado e condenado por esse ato pela Coroa portuguesa, durante o processo da Devassa aberta para esse fim, morreu na prisão. A ilha de Santa Catarina permaneceu sob o domínio espanhol até ao ano seguinte, quando foi devolvida aos portugueses pelo Tratado de Santo Ildefonso.



De acordo com o levantamento do Alferes José Correia Rangel para a Coroa portuguesa (1786), o armamento de Ponta Grossa compunha-se de trinta e uma peças de artilharia, assim distribuídas: cinco de bronze, sendo quatro de calibre 12 e uma de 8, e vinte e seis peças de ferro, sendo nove de calibre 24, duas de 18, seis de 12, seis de 8, uma de 4 e duas de 2. Estes armamentos vieram, na sua maioria, das fortificações da Bahia, sendo alguns ingleses e outros anteriores ao século XVII.



Segundo CABRAL (1972), no século XVIII, o seu armamento compunha-se de trinta e uma peças de artilharia, assim distribuídas: cinco de bronze, sendo quatro de calibre 12 libras e uma de 8, e vinte e seis peças de ferro, sendo nove de calibre 24, duas de 18, seis de 12, seis de 8, uma de 4 e duas de 2.



No contexto da Questão Christie (1862-1865), o Relatório de Inspeção de 1863 relaciona-lhe vinte e nove peças de artilharia, declarando-a em ruínas[4].



No contexto da Revolução Federalista (1893), a esquadra rebelde aí fez montar dois canhões raiados, nela instalando uma Atalaia. Abandonada, ao final do século XIX os jornais regionais já denunciavam a apropriação indevida de pedras, tijolos e outros materiais da fortaleza para a construção de moradias pela população local, gerando um pedido de providências formal do Governo do Estado ao Ministério da Guerra (1898).



Tombada pelo antigo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (1938), a fortaleza encontrava-se em ruínas. A partir de 1976, por iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Fortaleza de São José da Ponta Grossa começou a sofrer intervenções de limpeza da vegetação e consolidação das ruínas com vistas a trabalhos de restauro. Em 1977, foram realizadas obras de consolidação de emergência em alguns trechos de muralhas, na Casa do Comandante, na Portada, bem como a restauração parcial da Capela.



Em 1987, ao ser cadastrada como sítio arqueológico protegido por lei federal, foram realizados os primeiros trabalhos de prospeção arqueológica por técnicos do IPHAN/Fundação Pró-Memória, e que tiveram seqüência em 1989-1990 dentro do "Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, 250 anos na História Brasileira" com a equipe do Museu Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina. Finalmente em 1991-1992 graças a um convênio da UFSC com o Ministério do Exército, no âmbito do "Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina - 250 anos na História Brasileira", a primeira assumiu as tarefas de administração e conservação, e com recursos da Fundação Banco do Brasil, a Fortaleza de São José teve o restante de seus edifícios restaurados, podendo ser apreciados as muralhas, o Pórtico, a Capela, e o Quartel da Tropa. A iniciativa foi promovida pelo IPHAN e pela UFSC, que desde 1992 gerencia a fortificação.



A fortaleza encontra-se aberta diáriamente à visitação pública. Chega-se ao local, por terra, através da Rodovia SC-401, ou por mar, desembarcando-se no trapiche da praia de Jurerê.



[editar] Características



Fortaleza da Ponta Grossa, Florianópolis: guarita.

Fortaleza da Ponta Grossa, Florianópolis: canhões em seus reparos.A fortaleza apresenta planta em formato poligonal orgânico (adaptada ao terreno em que se inscreve), em três planos distintos, protegidos à retaguarda pela encosta do morro, com as baterias voltadas para o mar.



Os edifícios estão distribuídos pelos três diferentes terraplenos em cotas distintas, interligados por rampas e cercados por espessas muralhas em alvenaria de pedra e cal. O portão de acesso perdeu a ponte levadiça e o frontão originais, e o corredor de acesso, a abóbada em alvenaria de tijolos. Ladeando este último, a sala do calabouço, com porta e janela outrora gradeadas, e a Casa da Guarda, iluminada naturalmente por duas janelas em forma de seteiras. O corredor de acesso apresenta ainda as frestas na parede, por onde corria a lâmina que fechava o acesso em caso de ataque, conduzindo ao terrapleno inferior, onde se distribui a primeira ordem de Baterias. Junto a elas se encontram os vestígios de antiga Casa da Palamenta, com piso de alvenaria de tijolos, onde eram guardadas armas leves e os apretrechos necessários à manutenção e operação das peças de artilharia. Por se desconhecer a estrutura das paredes e respectiva cobertura, a mesma não foi restaurada. Completam o conjunto duas guaritas redondas sobre respectivos piões, em vértices opostos da muralha. A cantaria do Pórtico, dos edifícios, e a base de algumas canhoneiras é talhada em pedra de lioz.



No terrapleno intermediário, localiza-se a segunda ordem de baterias e o Quartel da Tropa, com piso em alvenaria de tijolos, com a Cozinha anexa. Restaurado, é ocupado hoje pelas artesãs de renda de bilros, que ali trabalham e comercializam a sua arte.



No terrapleno superior ergue-se a Casa do Comandante, um imponente sobrado de dois pavimentos, geminado com o Paiol da Pólvora, também assobradado com dois pavimentos. Na Casa do Comandante foi assinada a capitulação ante os espanhóis em 1777. Com piso em alvenaria de tijolos, o seu restauro só foi possível graças aos recursos da Fundação Banco do Brasil, em 1992. Hoje, essa edificação abriga a exposição "O Cotidiano da Fortaleza de São José da Ponta Grossa - Aspectos da Alimentação". No segundo pavimento do Paiol da Pólvora funciona uma Sala de Vídeo exibindo material sobre as fortalezas de Santa Catarina. Ainda no terceiro terrapleno localiza-se a Capela de São José. De linhas sóbrias, este edifício foi o primeiro restaurado pelo IPHAN no conjunto, ainda em 1977, uma vez que o mesmo ainda é utilizado pela comunidade. De formato retangular, com nave única separada da Capela-mor por um arco cruzeiro, o seu piso também é de alvenaria de tijolos, notando-se a ausência de uma torre sineira, o que é caracteristico das capelas catarineneses do século XVIII, projetadas por arquitetos militares.



O abastecimento de água potável da guarnição era feito na fonte (com cisterna), edificação externa às muralhas da fortaleza.



Notas

↑ SOUZA, 1885:122

↑ BOITEUX, 1912:208, apud CABRAL, 1972:12

↑ SOUZA, 1885:122-123

↑ SOUZA, 1885:123

[editar] Bibliografia

BOITEUX, Lucas Alexandre (Capitão-tenente). Notas para a História Catarinense. Florianópolis: Livraria Moderna, 1912.

BOITEUX, Lucas Alexandre. Pequena História Catarinense. Florianópolis: Imprensa Oficial, 1920.

BOITEUX, Lucas Alexandre. História de Santa Catarina: Resumo Didático. São Paulo: Companhia Melhoramentos de São Paulo, 1930.

CABRAL, Oswaldo R. As Defesas da Ilha de Santa Catarina no Brasil-Colônia. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Cultura, 1972. 137 p. il.

COELHO, Manoel Joaquim D'Almeida (Major). Memória Histórica da Província de Santa Catarina. Desterro [Florianópolis]: Tipografia Desterrense de J. J. Lopes, 1856.

FOSSARI, Teresa et alii. A Pesquisa Arqueológica do Sítio Histórico São José da Ponta Grossa. Anais do Museu de Antropologia, 1987/88. Florianópolis: UFSC, 1992.

GARRIDO, Carlos Miguez. Fortificações do Brasil. Separata do Vol. III dos Subsídios para a História Marítima do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.

LAYTANO, Dante. Corografia de Santa Catarina. RIHGB. Rio de Janeiro: 245, out-dez/1959.

MENDONÇA, Antônio Carlos Furtado de. Defesa (...), respeito à entrega da Ilha de Santa Catarina. RIHGB. Rio de Janeiro: Tomo XXVII Parte I, 1864. p. 291-331.

PAIVA, Joaquim Gomes de Oliveira (Arcipreste). Notícia Geral da Província de Santa Catarina. Desterro: Tipografia da Regeneração, 1873.

RODRIGUES, José Honório. O continente do Rio Grande (1680-1807). São Paulo: Brasiliense, 1986. 72 p.

SOUZA, Alcídio Mafra de (coord.). Guia dos Bens Tombados, Santa Catarina. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1992.

SOUZA, Augusto Fausto de. Fortificações no Brazil. RIHGB. Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.

TONERA, Roberto. Fortalezas Multimídia: Anhatomirim e mais centenas de fortificações no Brasil e no mundo. Florianópolis: Projeto Fortalezas Multimídia/Editora da UFSC, 2001 (CD-ROM).

10 de mai. de 2010

Vídeos relacionados ao tema do ENEC (EXAME NACIONAL DAS ESCOLAS CENECISTAS) - 2010













































TEMA DO ENEC - 2010 ... FIQUE LIGADO!!!!!!!!!!

Tema do ENEC 2010




A propósito do filme INVICTUS, sobre Nelson Mandela, Walter Feldman, ex-Secretário de Esporte, Lazer e Recreação de São Paulo, fez o seguinte comentário, que passa a ser o tema do ENEC 2010:



“Esse é o milagre do esporte, esta guerra lúdica que, esperamos, seja um dia a única forma de combate entre os povos”.



Esse tema ajusta contas com as diversas propostas feitas pelas unidades, como Copa do Mundo, Esporte, África, sua descolonização, a África Branca e Subsaariana, seus atuais conflitos, suas relações com o mundo, paz, democracia como forma de solução dos conflitos, voto livre como instrumento de mudança, solidariedade, perdão e tantos outros temas transversais.


Trailer do filme



6 de mai. de 2010

Teatro !! Fique ligado!!!!!!!!!!

Anchieta Arte Cênica – 25 Anos de Cultura e lazer em Santa Catarina




AECA – Escola de Teatro



2010 – Release



ERA UMA VEZ UMA BRUXINHA







“Bruxinhas, alerta! Nosso Bruxo se aproxima para o exame!! E você, Bruxinha Ângela, não me envergonhe, senão será mandada para a Torre do Lixo!!”



É... Ângela é uma bruxinha muito diferente das outras e tenta de todas as maneiras ser uma bruxa má, mas está muito longe disse. Porém, em um ponto ela é igualzinha às outras: sonha em ganhar a vassoura Supersônica – o prêmio para quem levar o título de “Pior Bruxa do Ano”. E o dia do exame chega, todas estão em polvorosa com a vinda do grande Bruxo Belzebu e ele, lógico, fica inconformado com o desempenho de Ângela.



“É a pior bruxa que eu já conheci! Nesta noite você terá sua última chance, terá que fazer uma maldade, caso contrário será trancafiada, até ficar velhinha, na Torre do Lixo!”



Será que Ângela vai conseguir se livrar desse castigo, cumprindo com a ordem do Bruxo? Será que ela terá chance de ganhar a vassoura Supersônica? E será que Ângela vai poder contar com a ajuda de alguém?



Não percam essa fabulosa história de Ângela e suas terríveis irmãs bruxas!



Elenco: Alunos do escola de teatro – AECA (Alunos do exercício Cênico Anchieta)



Auxiliares de Direção: Daiana Wagner e Rafael Orsi de
Melo



Direção: Valentim Schmoeler



Texto adaptado da obra de Maria Clara Machado “A Bruxinha que era Boa”



08 e09 de maio de 2010 – 16h. (Sábado e Domingo)



Teatro Municipal de Itajaí



3 de mai. de 2010

Notícia!! Fique por dentro!

Foto: Getty Images

Especialista: crianças têm que aprender a ter valores


28 de abril de 2010 





Toda criança precisa aprender a ler e ter direito a estudar, mas também precisa ter uma instrução de valores





Reduzir Normal Aumentar Imprimir Toda criança precisa aprender a ler e ter direito a estudar, mas também precisa ter uma instrução de valores. Serão essas duas dimensões, o cognitivo e a construção de valores como respeito e igualdade, que irão fazer a educação. É o que acredita o professor José Francisco Soares, membro do Conselho de Governança do movimento Todos Pela Educação. Em entrevista ao portal, o consultor educacional do Grupo Santillana no Brasil pontuou que a educação vai além dos livros, e que a escola é responsável por apenas uma parte do processo, e que assim como a instituição, a família e a comunidade devem cumprir os seus papeis.



"A escola é responsável direta pela alimentação do lado cognitivo, não que ela deixe de abraçar os outros aspectos, mas a sua maior prioridade é essa. A família, as organizações da sociedade civil e a comunidade devem entrar justamente nessas outras áreas", diz o professor.



O Brasil em uma boa fase

Quanto ao panorama da educação nacional, José avalia que o momento é positivo para o ensino no Brasil, já que o aluno é colocado no foco das iniciativas, sem deixar que os outros envolvidos no processo sejam desassitidos.



"Nós estamos em um momento muito interessante da educação brasileira. A sociedade já entende que é direito de todas as crianças desenvolverem as suas competências cognitivas. Estamos colocando o aluno no centro; queremos uma escola que valorize o estudante. E mesmo sem precisar tirar os professores e demais envolvidos do olhar, é importante enxergar que quando a criança não aprende, é sinal de falha neste processo de ensino", pontua Francisco.



Em relação as carências do sistema educacional brasileiro, o conselheiro do Todos Pela Educação é direto: "Nós temos tudo que precisamos, mas não usamos tudo que temos. A educação nacional precisa de rotina, a escola precisa funcionar todos os dias, o professor precisam estar presentes e o aluno envolvido. Nós só precisamos usar os recursos que temos".



Diversidade pedagógica

Quando questionado sobre a aplicabilidade dos instrumentos de educação no processo de aprendizagem, José afirma que é necessária a adequação dos caminhos pedagógicos, que têm como objetivo o aprendizado, para cada situação.



"Nesse momento, o foco é: queremos que a criança aprenda. Então o que é necessário para isso? Materiais didáticos, professores com bons salários e o apoio da família serão os instrumentos direcionados a esse objetivo, que é o conceito da aprendizagem. Porém, se temos uma escola dentro de uma comunidade inserida na periferia de uma grande cidade, ela vai precisar de um arranjo, uma pedagogia diferente de uma instituição no interior de Minas. A diversidade nesse processo será presente, mas o conceito será o mesmo".



E para analisar esses avanços e desafios, Francisco destaca a atuação positiva dos instrumentos avaliativos, como as Cinco Metas da Educação, defendidas pelo movimento TPE. "A meta parte do direitos dos cidadãos e esses instrumentos vão avaliar justamente onde nos encontramos em relação a proximidade com esses direitos. Esses movimento de apoio a avaliação da educação são de grande contribuição, mas não podem substituir o boa injeção pública", conclui.




http://www.terra.com.br/

30 de abr. de 2010

PARA ESTUDAR!

LÍNGUA PORTUGUESA


* ORTOGRAFIAS - PRINCIPALMENTE C E Ç
* SUBSTANTIVOS
* LEITURA E INTERPRETAÇÃO


MATEMÁTICA


* SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL (ORDENS E CLASSES)
* FORMAÇÃO DE QUANTIDADES
* ARREDONDAMENTO
* VALOR POSICIONAL E ABSOLUTO
* GRÁFICOS E TABELAS




CIÊNCIAS


* TEORIA DO BIG BANG
*  SISTEMA SOLAR
* TEORIA HELIOCÊNTRICA E GEOCÊNTRICA
* TERRA - REPRESENTAÇÃO
* MOVIMENTOS DA TERRA
* SOLSTÍCIO E EQUINÓCIO
* VIAGEM AO CENTRO DA TERRA
 * VULCÕES


HISTÓRIA E GEOGRAFIA


* O TEMPO NA HISTÓRIA
* DÉCADA, SÉCULO, ERA E MILÊNIO
* LINGUAGEM CARTOGRÁFICA;
* REPRESENTAÇÃO DA TERRA
* PARALELOS E MERIDIANOS
*OS OCEANOS E CONTINENTES
* DESLOCAMENTOS POPULACIONAIS







25 de abr. de 2010

FIQUE LIGADO.!!! PROVAS TRIMESTRAIS - DIAS 3 E 4 DE MAIO !!

Provas trimestrais – Cronograma



Conforme anunciado aos pais e alunos no início do ano letivo, a Direção do Colégio Fayal informa que em 2010 vai realizar o sistema de provas trimestrais. Segundo a Coordenação Pedagógica, tal estratégia tem como objetivo familiarizar os estudantes para o modelo de provas contextualizadas, de múltipla escolha e com questões interdisciplinares – que vem sendo utilizado em diversas avaliações aplicadas pelo Ministério da Educação, como a Provinha Brasil, nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental; Prova Brasil, nas Séries Finais, ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio, além de outras avaliações como ENEC e vestibulares.


As provas deste 1º trimestre, definidas no Calendário Escolar 2010, vão acontecer nos dias 03 e 04 de maio, conforme cronograma abaixo. Após a realização da prova, o aluno do Ensino Médio será dispensado. Nas demais séries – mesmo nos dias de avaliações – as aulas serão normais.


SÉRIES INICIAIS (4ª Série)


Dia 03 de maio -   - Português e   Ciências
Dia 04 de maio -  Matemática  e História/Geografia


ESTUDE!!!!!




DÚVIDAS??? CONSULTE O SITE http://www.fayal.com.br/


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